Novidades de 2021: Os livros que não vais poder perder!

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O novo ano já começou e as grandes novidades de 2021 para todos os livrólicos começam a ser divulgadas. A pensar no desafio “Ler é respeitar a história”, aqui ficam as novidades que irão ser publicadas nos próximos meses. Tenho a certeza que, muitas delas, te irão piscar o olho… Tal como a mim!!

 

Novidades de 2021 para o desafio “Ler é respeitar a história”

  • “O passageiro”, de Ulrich Alexander Boschwitz (Abril, romance, editora Cavalo de Ferro). Livro para a categoria “Um romance histórico”. Sinopse:Otto Silbermann é um respeitado e abastado comerciante judeu alemão cuja vida muda drasticamente com o pogrom de 1938 e a ascensão do nazismo. Silbermann torna-se uma pessoa sob suspeita, vendo-se obrigado a fugir, abandonando a família, a casa, o negócio. Com a sua fortuna dentro de uma pasta, resta-lhe viajar de comboio pelas cidades da Alemanha em busca de informações, de ajuda e, por fim, de uma saída. Nessa odisseia de caça e fuga, tão desesperante e frenética, conhecerá a indiferença de muitos, a compaixão de poucos e a opressiva ferocidade do medo. O manuscrito de O Passageiro esteve esquecido durante largas décadas no Arquivo do Exílio da Biblioteca Nacional Alemã, até que foi recuperado e se tornou um acontecimento literário internacional.
  • “Os infiltrados”, de Norman Ohler (Janeiro, História e sociedade, editora Vogais). Livro para a categoria “Um livro escrito por um alemão”. Norman Ohler é o autor do livro “Delírio Total”, que encaixa na categoria “Um livro com mais de 200 páginas” e é um livro que quero ler este ano. Sinopse:Chamavam-se Harro Schulze-Boysen e Libertas Haas-Heye. Eram jovens e bonitos, oriundos de famílias alemãs abastadas e favoráveis ao regime nazi. E, todavia, escolheram a oposição. Juntos, no coração do Terceiro Reich — ele enquanto oficial no Ministério da Aviação e ela enquanto funcionária da delegação alemã da Metro-GoldwynMayer — fizeram o inimaginável: criaram um movimento de resistência alemã que ganharia contornos de mito, durante e após a guerra, e que despertaria a fúria dos líderes do Regime. Desmascarados, foram condenados por alta traição e executados pouco antes do Natal de 1942. Tinham 33 e 29 anos. Todos os vestígios dos seus nomes e as suas memórias foram apagados por Hitler. Esta é a reconstituição da história exemplar de Harro e Libertas, que é também o retrato da Berlim das décadas de 1930 e 1940 e da passagem da República de Weimar para o Terceiro Reich. Uma história fascinante e ritmada, escrita com base em diários não publicados, cartas e arquivos da Gestapo, que nos prende do princípio ao fim e nos restaura a fé na humanidade.
  • “O segredo dos prisioneiros”, de Maggie Brookes (Janeiro, Romance histórico, editora TOPSELLER). Livro para a categoria “Um romance histórico”. Sinopse:O Segredo dos Prisioneiros é um romance inspirado na história verídica de uma jovem checa que se fez passar por um soldado inglês num campo nazi de prisioneiros de guerra. Inédita em Portugal, Maggie Brookes serve-se de uma pesquisa histórica meticulosa e de um relato que lhe foi feito, em primeira mão, por um prisioneiro de Guerra britânico, para contar esta extraordinária história de heroísmo, crueldade e esperança. A dor, o horror e a coragem e determinação de uma jovem idealista em circunstâncias impossíveis.
  • “Filha do Reich”, de Louise Fein (Março, Romance histórico, editora, TOPSELLER). Livro para as categorias “Um livro escrito no feminino” e “Um romance histórico”Uma estreia impressionante, de uma autora inédita em Portugal. Filha do Reich narra a impossível história de amor entre um rapaz judeu e uma adolescente alemã, filha de um alto dignitário nazi. Hetty Heinrich está ansiosa para desempenhar seu papel no glorioso novo Reich. Mas nunca imaginou que tudo aquilo em que acreditava entraria em colisão com os sentimentos perigosos que lhe desperta Walter, um amigo judeu do passado. Será que a marcha firme das forças das trevas destruirá o universo de Hetty, ou conseguirá o amor triunfar? Profundamente tocante e inspirado na história de família da própria autora, este romance histórico de leitura compulsiva traça um retrato vívido da Alemanha Nazi, pleno de personagens vibrantes. A história de uma mulher que arrisca a sua vida na luta pelo amor e liberdade. Para fãs de O Rouxinol, de Kristin Hannah, Toda a Luz que Não Podemos Ver, de Anthony Doerr e O Leitor, de Bernhard Schlink.
  • “Os irmãos de Auschwitz”, de Malka Adler (Abril, Romance histórico, editora TOPSELLER). Livro para a categoria “Um romance histórico”. Sinopse:Dov e Yitzhak vivem numa pequena vila nas montanhas da Hungria, isolados tanto do mundo quanto dos horrores da guerra. Mas um dia, em 1944, tudo muda. Os nazis invadem as casas dos aldeãos judeus e informam-nos de que têm uma hora. Uma hora até um comboio os levar para Auschwitz. Seis décadas depois, na segurança de sua sala de estar em Israel, os irmãos finalmente quebram o silêncio e contam a sua história a uma amiga que nunca deixará que o que viveram seja esquecido. Num estilo poético e visceral, Malka Adler assina um romance extraordinário sobre uma família separada durante o Holocausto e a sua dolorosa jornada de regresso. Uma história de tragédia e esperança que se transformou num bestseller imediato.
  • “A violinista de Auschwitz”, de Ellie Midwood (Junho, Romance histórico, editora TOPSELLER). Livro para as categorias “Um romance histórico”, “Um livro passado na Polónia durante a Segunda Guerra Mundial” e “Um livro contado no feminino”. Sinopse:O extraordinário romance inspirado na vida de Alma Rosé, uma violinista austríaca, sobrinha do compositor Gustav Mahler, que foi diretora de orquestra no campo de concentração de Auschwitz. Em Auschwitz, cada dia é uma luta pela sobrevivência. Alma é a prisioneira n.º 50381, o número tatuado a tinta azul-pálida na sua pele. Esta realidade trágica não poderia estar mais longe da vida anterior de Alma. Uma violinista acarinhada, os seus concertos deixavam o seu público maravilhado. Quando a chefe do campo onde Alma se encontra a nomeia como diretora da orquestra, que deverá tocar tanto para prisioneiros em trabalhos forçados como para oficiais nazis de elevada patente, o primeiro instinto de Alma é recusar: «podem matar-me, mas não me obrigarão a tocar.» Mas rapidamente se apercebe do poder que lhe poderá trazer esta posição: poderá providenciar alimento extra a raparigas esfomeadas e resgatar muitas delas das garras da morte. É assim que Alma conhece Miklos, um pianista talentoso. Rodeados pelo desespero, ambos encontram felicidade em ensaios conjuntos, bilhetes secretos, e concertos que apresentam lado a lado –– tudo enquanto rezam para que um dia todo aquele suplício termine. Mas em Auschwitz, o ar que se respira está carregado de morte, e o horror é a única certeza…

 

Muitas e variadas leituras entre estas novidades de 2021. Um ano que, espero, seja de óptimas leituras para ti. Não te esqueças de utilizar a hashtag #lererespeitarahistoria nas tuas partilhas nas redes sociais para que eu não perca pitada das tuas leituras durante este ano. O desafio “Ler é respeitar a história” dura todo o ano de 2021 e pretende ser uma boa forma de ler sobre História e refletindo sobre o seu efeito no nosso presente e futuro. Conto contigo?

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